Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 22/06/2022

Na música “Superstar” do cantor G-dragon, descreve a sua vivência desde que era criança que sonhava em ser cantor tendo então que se tornar “um homem autoproduzido”, e consequentemente havendo concretizando o objetivo se encontra com várias questões desenvolvidas nesse processo ao ponto de pedir ajuda. De forma parecida, os atletas encontram impasses que os levam a desencadear problemas de saúde mental.

É importante destacar que há muitas razões que levam o desportista a desenvolver transtornos mentais. Nesse âmbito, segundo Hipócrates, médico e filósofo da Grécia Antiga diz que o homem saudável é aquele que possui um estado mental e físico em perfeito equilíbrio. É perceptivel que no processo de treinamento o foco é no corpo e sua resistência, porém, devido a pressão interna e externa em ganhar, leva o atleta à desenvolver ansiedade e depressão, divergindo portanto com o que Hipócrates disse já que o psíquico desse sujeito está desprovido estando a mercê de vários empedimentos

Vale ressaltar que o atleta é visto como forte quando então é demostrado o contrário disso o meio social tende a responder de forma negativa. Nesse viés, segundo Adorno, o sociólogo que estudou a indústria cultural, a mídia cria certos esteriótipos que tiram a liberdade de pensamento dos espectadores, forçando imagens, muitas vezes errôneas, em suas mentes. Sob essa ótica, é notável que a construção social tratado pelo Adorno contribui para que o indivíduo guarde suas frustações para si, o que no âmbito do esporte gera profissionais com um ponto fraco já que o cuidado é falho

É necessário, medidas estratégicas para alterar esse cenário. Cabe então ao Conselho Nacional do Esporte acrescentar no seu planejamento o auxílio de um psicólogo, com a finalidade de assistir desde da base os atletas ajudando-os a lidarem com os estresses que encontrarão ao longo da carreira.