Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 26/06/2022

Nos jogos olímpicos de 2020 em Tóquio, uma das melhores tenistas do mundo Naomi Osaka, a que acendeu a pira olímpica, deixou de fazer duas das competições mais importantes de sua modalidade. Teve que enfrentar conflitos frequentes com a imprensa e crises de depressão que a provocam desde 2018. Famosa e principal ginasta dos Estudos Unidos havia desistido de concorrer à final individual geral e também à final por equipes da ginástica artística para cuidar da própria saúde mental. " No fim somos pessoas e, em alguns momentos você simplesmente tem que dar um passo atrás" disse ela.

A profissão de um atleta tem algumas peculiaridades. Em geral, a carreira de um atleta se encerra entre 35 a 40 anos. O tempo que eles possuem no ápice de seu rendimento é bem curto e precisa ser muito bem aproveitado, com treinos frequentes e com pouquíssimo tempo para experiências for do esporte.

Por se preocuparem tanto com o rendimento dos atletas nas competições, mesmo que ainda jovens, passam por muito treinamento e com bastante pressão por resultados que acaba gerando estresse, crises gradualmente e pode vir a evoluir agravar a saúde mental.

Na adolescência, onde muitos estão nas escolas, em festas ou em viagem com familiares, os atletas estão treinando firmemente nas quartas e nos ginásio. E quando estão competições, ficam sem ver a família passando datas comemorativas longe dos pais. Vivendo uma vida cheia de regras dês de novos.

Por isso, se os clubes esportivos não tiverem uma rede de apoio e um bom acompanhamento com psicólogos, os atletas iram poder desenvolver vários tipos de problemas como, depressão, irritabilidade, compulsão alimentar, hiperatividade, ansiedade e outras.