Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 24/06/2022
Nas olimpíadas de 2020 um acontecimento até então inimaginável tomou conta dos meios de comunicações, a atleta norte-americana, Simone Biles – uma verdadeira promessa de medalha – decidiu abandonar as provas em que participaria, o motivo: cuidar da saúde mental; esse acontecimento basicamente iniciou o debate sobre os atletas também poderem sofrer traumas psicológicos.
Ao pensar na vida de um atleta, por motivos óbvios, tem-se por axioma que ele gasta a vida fazendo esforço com foco e disciplina com uma vida regrada, o que os leva a terem “nervos de aço”, porém, a realidade tende a mostrar que todo esse esforço, somado à expectativa coletiva que o atleta carrega, podem causar problemas, como o de Simone Biles. A exemplo também de Cesar Cielo, nadador brasileiro que nas olimpíadas de 2008 chegou a cogitar a desistência, porém sua mãe o convenceu a nadar, e o resultado: medalha de ouro.
Portanto, é dever das organizações desportivas de cada esporte promoverem o maior contato familiar dos atletas, para que eles tenham mais confiança e apoio diário nos treinos, e assim possam estar mais psicologicamente amparados na hora de competir.