Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 28/06/2022
Na música “Superstar” do cantor G-dragon, retrata a sua vivência desde que era apenas um garoto que sonhava em ser cantor tendo então que se tornar “um homem autoproduzido”, e consequentemente havendo concretizando o objetivo se encontra com várias questões desenvolvidas nesse processo ao ponto de pedir ajuda. De forma correspondente, os atletas deparam-se com impasses que os levam a desencadear problemas de saúde mental, assim como a idealização do homem forte que atrapalha ao profissional do esporte de buscar amparo.
No contexto desse debate, pode-se dizer que é importante destacar que há muitas razões que levam o desportista a desenvolver transtornos mentais. É notável que no desenvolvimento de treinamento o foco principal é no corpo e sua resistência.
Ademais vale salientar que o atleta é observado como um ser forte quando então é demostrado o contrário disso o meio social tende a responder de forma negativa. Sob essa ótica, ganha voz o pensamento que a construção social tratada pelo adorno contribui para que o indivíduo guarde suas frustações, o que no domínio do esporte gera profissionais com um ponto fraco.
Portanto, medidas estratégicas para alterar esse cenário. Cabe então ao Conselho Nacional do Esporte acrescentar no seu planejamento o auxílio de um psicólogo, com a finalidade de assistir desde da base os atletas ajudando-os a lidarem com os estresses que encontrarão ao longo da carreira, assim como, usarem a propaganda de como todos. Diante dos argumentos supracitados, é preciso concentrar esforços em solucionar o problema dos prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo, com tais ações espera-se solucionar essa entrave, em busca de uma cidadania plena.