Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 27/06/2022

De acordo com o cientista Isaac Newton, são construídos muitos muros e poucas pontes na sociedade. Tendo em vista tal afirmação, nota-se que a pouca visibilidade direcionada aos atletas é um obstáculo para a resolução de problemas presentes nas olimpíadas. Dentre esses problemas estão a saúde mental dos atletas e a importância do debate como forma de melhorar tal situação.

Em primeiro plano, pode-se dizer que, a partir do momento em que o esporte se torna uma profissão, os atletas passam a se preocupar mais em serem os melhores em sua categoria do que com sua vida pessoal. O trecho “Quando eu vou parar e olhar ‘pra’ mim/ficar de fora/ e olhar por dentro” — em que o eu lirico reclama de não ter tempo para si mesmo e é dominado pelas preocupações do dia a dia — da música de Ana Carolina critica uma rotina que pode desencadear ansiedade, burnout, entre outros.

Paralelamente, o debate é imprescindível para a resolução de conflitos atualmente, embora tenha tido seu ápice na Grécia Antiga, onde os cidadãos se reuniam constantemente para discorrer sobre a vida política de suas cidades. Logo, o compartilhamento de informações e a ciência da sociedade sobre o assunto supradito permitem o levantamento de questões que podem melhorar a qualidade de vida dos atletas.

Em suma, cabe às autoridades das mídias, por meio de anúncios publicitários e redes sociais — além de contratação de influenciadores famosos — espalhar mais informações sobre a vida de atletas olímpicos para informar e tornar o assunto parte da vida cotidiana da sociedade.