Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 23/06/2022
É observado desde muito tempo que os esportistas vêm carregando uma grande pressão vindo de seus torcedores, fato ocorrido mundialmente devido a uma grande carga emocional vindo dos atletas. Tal acontecimento acarreta muitos problemas psicológicos como a ansiedade e a depressão. Como o caso do maior medalhista olímpico da história Michael Phelps, após os jogos de Londres cogitou em suicídio. Os atletas devem receber um melhor acompanhamento psicológico e parar de admirar os atletas como se fossem deuses e aceitar a realidade que são humanos normais.
Devido a essa carga emocional intensa, gatilhos são gerados causando transtornos psicológicos como, ansiedade e depressão podendo agravar a situação a ponto de causar um suicídio. Algumas vezes devido a esses transtornos, atletas como a japonesa Naomi Osaka acabam ocasionando a desistência desse atleta nas competições.
Sofrendo pelo mesmo transtorno, o goleiro alemão Robert Enke suicidou em 2009 com 32 anos de idade. Sua situação se agravou a partir da sua saída do Barcelona após uma derrota decepcionante e sofrer críticas fortes. O ponto crucial para influenciá-lo a se jogar na linha de um trem foi a morte da sua filha de dois anos de idade, o fazendo se suicidar 6 meses depois. Visando sua triste história notamos a ausência de ajuda psicológica, nos mostrando a importância de se ter um acompanhamento psicológicos, tanto para esportista individuais quanto times de todos os esportes.
Entende-se, portanto que ainda existam obstáculos para a construção de um mundo melhor. Dessarte, os poderes públicos devem realizar o acompanhamento psicológico dos atletas para então assim realizar a monitoria dos esportistas e conferir a saúde mental deles e tornar esse assunto ser um tema a ser normalmente discutido.