Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 23/07/2019

Nos artigos 24, 216 e 225 da CF (Constituição Federal), trata sobre a proteção e a noção de patrimônio cultural, colocando o meio ambiente como parte do mesmo. No entanto, embora havendo leis, é incontestável que os símbolos de identidade do nosso país vem sendo destruídos com o decorrer dos anos, devido o descaso do governo e da sociedade.

Inicialmente, é indubitável que as autoridades não se dão ao trabalho de investir no patrimônio histórico cultural do nosso país. Um espelho disso, dito pelo G1.com, está na precariedade do centro histórico de Belém do Pará, onde afirmam que o local não tem reformas há um bom tempo e que já houve mais de 150 abandonos. Nesse sentido, é questionável se o governo cumpre com a própria lei, levando a sociedade a terem uma visão turva do sentido de patrimônio cultural.

Ademais, é somado a favor do gradiente da problemática, o descaso da sociedade com o patrimônio histórico- cultural. De acordo com a Folha de São Paulo, “O patrimônio mundial do país sofre com a falta de gestão e de público”. Seguindo essa linha de raciocínio, enquanto o governo não se preocupar com a infraestrutura, segurança e o incentivo de colocar pessoas antenadas à noção de patrimônio cultural, a materialização da identidade do nosso país vai se acabar por processos biológico e por vandalismo, como já tem sido decorrente.

Portanto, faz-se necessária medidas que visem a proteção e a noção de patrimônio cultural por parte da sociedade. Dessa forma, o MEC (Ministério da Educação) deve colocar como grade curricular, o ensino a importância do patrimônio histórico- cultural no contexto atual e futuro do nosso país, ministrada por um professor na área de história e/ ou sociologia. Por meio de visitas aos centros históricos- culturais da sua região ou à região mais próxima, aulas teóricas e trabalhos voluntários do professor com a sua turma nas comunidades, ensinando sobre a importância do mesmo. Posterior a isso, decorrente de processos futuros a sociedade poderá desfrutar de  um patrimônio conservado e visitado.