Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 22/07/2019
O patrimônio histórico cultural do Brasil deve ser preservado para o bem maior da população, sendo essa benfeitoria comprovada a partir dos benefícios desenvolvidos por meio do conhecimento memorável, que são demonstrados em: contextualização histórica, não alienação política, e liberdade expressiva-intelectual.
A partir de tais vantagens explicitadas, é corroborada a afirmativa do escritor George Orwell(Erick Arthur Blair), na qual afirmava: “Quem controla o passado controla o futuro, e quem controla o presente, controla o passado.” Referida citação ratifica o perigo no qual se forma com a não-preservação do patrimônio histórico cultural, e reforça a importância da contextualização histórica para evitar a alienação política-cultural. Em 1984, obra escrita do referido autor anteriormente delineado, manifesta uma sociedade distópica possível, que desconhece o seu próprio passado, juntamente com a demonstração das consequências desse fato, que consistem na ignorância coletiva e no totalitarismo tolerado pelos cidadãos desinformados.
Ademais, também é demonstrado a não liberdade expressiva-intelectual na sociedade brasileira, por meio de: alienação política, manipulação em massa e pensamento não crítico. Por conseguinte, tais fatos presentes na maior parte da população brasileira, possibilitam um país defasado pela falta de preservação dos patrimônios histórico-culturais e educacionais.
Logo, infere-se a necessidade de políticas públicas que visem a preservação do patrimônio-histórico cultural por parte do Estado, órgão responsável pelo cuidado do referido setor, por meio de incentivo a aplicações de capital privado efetuado pelo Estado, da elaboração de leis infraconstitucionais que objetivem a asseguração dos bens memoráveis, e de recursos que destinem-se à infraestrutura, à pesquisa e à propagação da conscientização da verdadeira importância da perpetuação do legado histórico-cultural para uma sociedade. Logo, a liberdade expressiva-intelectual existirá, impedindo assim, a sociedade descrita por Orwell.