Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 27/07/2019

Com a chegada da família real portuguesa, em 1808, foi necessária a construção de um palácio. Patrimônio histórico e cultural tombado em 1938 e hoje se tornou o maior símbolo do descaso com a história Brasileira. Assim, essa problemática merece um olhar mais crítico de enfrentamento.

Em primeiro lugar, convém ressaltar o descaso do governo. De acordo com o pensamento de Montesquieu, filósofo, é dever do Poder Executivo administrar de forma a manter a conservação e a ordem de todas as esferas. No entanto, esse pensamento é tangenciado quando se trata de manter a conservação do patrimônio histórico e cultura brasileiro, uma vez que existe um grande descaso com essa esfera. Nessa perspectiva, de acordo com o El País, instituições estaduais dispõem de apenas 5% do valor orçado fornecido pela União para manter a manutenção dos patrimônios tombados, contrapondo a ideia de Montesquieu.

Outrossim, de acordo com o físico Isaac Newton, “toda ação tem um reação”. Nesse sentido a reação ao descaso governamental é a extinção da história nacional. Assim, o Museu Nacional, que serviu de casa para a família imperial, foi incendiado em 2018 causado por falta de manutenção, pois a estrutura do local era precária. Ademais, como consequência grande parte do acervo que compunha foi extinto  e se consagrou como simbolo nacional de descaso com a história e a cultura.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, é imprescindível que o Poder Executivo, por intermédio da Secretaria Especial da Cultura, crie politicas de preservação histórica e cultural por meio do fornecimento de orçamento adequado para a proteção e manutenção dos tombamentos, além de um sistema que especione as estruturas arquitetônicas históricas em um intervalo de de 5 anos. Dessa Forma, é garantindo que partes importantes que compõem a identidade nacional não se apaguem.