Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 20/08/2019

Em o livro do desassossego, o heterônimo de pessoa, Bernardo Soares, diz: “tudo que se passa mo onde vivemos é em nós que se passa”. Sob esse viés, o onde vivemos reflete e é reflexo de quem somos, de tal modo que os problemas que se passam no Brasil devem ser da conta de todos os brasileiros. Nesse contexto, é necessário compreender a importância presente no debate a cerca da preservação do patrimônio histórico cultural de nossa nação, cujos principais problemas sem encontram na falta de interesse da população por seu passado e a negligencia do governo.

Primordialmente essa problemática deve ser analisada através de um prisma sociocultural. De tal modo, observa-se que o povo brasileiro não possui o hábito de preservar e valorizar seu patrimônio cultural e histórico. Esse fato fica evidente quando observamos o interesse do brasileiro em visitar e admirar o patrimônio sociocultural estrangeiro - isto é, museus, teatros, construções antigas e outros pontos historicamente importantes-. Não reconhecendo as riquezas de seu lar.

Por outro lado, é evidente que este problema tem como seu maior responsável o governo, em especial a secretaria especial da cultura, que não vem realizando um trabalho eficiente em manter em condições minimamente aceitáveis boa parte do patrimônio histórico nacional, ou quando bem cuidado, falta incetivo a visitação, construções históricas tombadas a beira do colapso ou quando em bom estado sem utilidade para a população, esta é uma cena comum nos centros de grandes cidades são grandes exemplos da ineficiência leis antigas e modus operandi ultrapassado por parte do poder público. Só e possível ver o patrimônio valorizado quando são feitos acordos com instituições privadas, para que o patrimônio fique sob responsabilidade das mesmas -salve algumas exceções-.

Já dizia no século XVII o fidalgo Dom Quixote: “uma andorinha só não faz verão”. Dessa forma, para preservar e valorizar o patrimônio cultural o social de nossa nação, é necessário a ação conjunta da tríade governo, inciativa privada e família visando solucionar tal questão. Cabe ao governo por meio da secretaria especial da cultura fazer parceiras e concessões a iniciativa privada para que o patrimônio seja melhor conservado e valorizado, também deve ser negociado com empresários que alguns prédios históricos tenham uma nova função social, como por exemplo que um prédio abandonado ganhe uma nova função social e tenha sua historia seja perpetuada. Cabe a sociedade cobrar, apoiar e criticar quando necessário, Porém a principal ação que a nós cabe e a valorização de nossa cultura e de nosso passado, através da visitação e do engajamento na missão de fazer com que nossa historia e cultura seja perpetuada e reconhecida dentro de nossa sociedade, para que possamos ser hoje o reflexo que precisamos para o futuro.