Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 01/08/2019

No segundo semestre de 2018, o Brasil sofreu com o incêndio do Museu Nacional, localizado no Rio de Janeiro. Entretanto, o país teve não só um dano físico, mas também psicológico, visto que essa construção e os objetos adentro faziam parte da identidade cultural brasileira. Nesse âmbito, é possível destacar a negligência em relação à manutenção e à cultura nacional.

Primeiramente, vale ressaltar o descaso dos órgãos públicos com os monumentos históricos. Em decorrência do custo para promover manutenções na infraestrutura, o governo opta por não fazê-la ou, então, adiá-la. Um exemplo disso foi o incêndio supracitado, o qual teve início devido a um problema no ar condicionado, que poderia ter sido resolvido meses antes.

Por conseguinte, vários objetos e descobertas científicas foram perdidas. Ademais, os brasileiros foram vítimas da displicência de autoridades públicas, uma vez que a memória cultural tupiniquim foi prejudicada. Segundo o filósofo chinês Confúcio, “se queres prever o futuro, estude o passado”. Assim, conhecer a história de seu povo é essencial para o progresso da população.

Fica evidente, portanto, a urgência da preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro. Logo, as instituições públicas devem reforçar a proteção de museus e bibliotecas com a ajuda do 2º setor da sociedade, principalmente com contribuições ao Fundo Nacional de Cultura, a fim de preservar o legado memorial. Diante disso, as próximas gerações terão uma memória cultural sem entraves.