Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 20/08/2019
Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo. A declaração de George Santayana, filósofo e poeta espanhol, nos permite refletir sobre como a falta de investimento na preservação dos patrimônios históricos, representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada pela população brasileira. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências desse impasse em nossos dias.
Em virtude dessa objeção, se faz possível a percepção de que com o passar do tempo as novas gerações estão cada vez mais,perdendo a sua identidade local. Essa situação é decorrente principalmente, pela falta de conhecimento e valorização da história e cultura do seu povo que são pouco divulgadas e disseminadas entre a sociedade. Tornando-se possível que esses jovens estabeleçam relações cada vez mais superficiais com o meio em que vivem.
Entretanto, com a atual falta de colaboração na restauração e preservação do nosso legado material e imaterial, mantem-se uma venda nos olhos dessas pessoas em que não permite com que vejam e se aproprie de todo o saber envolvido nesses artefatos. A situação é ainda mais agravante quando é levada em conta as atuais situações dos museus brasileiros , que são os lugares onde se encontram os maiores acervos, mas também descaso com toda a sua riqueza guardada.
Portanto, medidas precisam ser tomadas para que nossa essência seja resgatada. É preciso que o governo em todos os seus níveis, juntamente com o ministério da cultura realizem ações a partir da criação de leis, para que haja maior averiguação e investimento na infraestrutura de prédios, estátuas e museus. Sendo de suma relevância o incentivo dentro das escolas, com a realização de palestras e aulas expositivas que incentivem a visitação e apropriação de todas essas manifestações populares.