Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 29/08/2019

No que diz respeito a preservação de patrimônios materiais e imateriais que contam à história brasileira, o Brasil demonstra ser um país extremamente despreocupado. Haja vista que, o Brasil dispõe de Leis que na teoria deveriam preservar e evitar a destruição de tais patrimônios.

Todavia o que se observa, é o risco de muitos monumentos históricos simplesmente desaparecerem pelo descaso público, da comunidade local e ainda, da corrosão que o tempo impõe sobre essas obras. O brasileiro, definitivamente não foi e não é educado para conhecer a sua história e preservar a sua cultura, o que vemos na verdade é o caráter de “tombar” e não de preservar.

Essa postura fica nítida, quando o portal G1 relata que, a defesa civil da cidade de Salvador, aponta que 90% de mais de 600 casarões antigos localizados no centro histórico da cidade, correm o risco de desabar. A modernização das cidades, que por sua vez faz crescer o decaimento desses monumentos, deve ser freado. Essas verdadeiras riquezas culturais, não estão ali para barrar o avanço das cidades e sim, para proporcionar uma qualidade de vida satisfatória a população.

O cenário de descaso com a arte histórico cultural brasileira, pode ser revertido. Começando pela educação e conscientização da população a cerca da importância de valorizar esses locais que emanam história, afim de que no futuro não sobre apenas ruínas. Quanto a manutenção, que muitas destas obras arquitetônicas necessitam frequentemente, é evidente que o estado não tem porte para arcar, portanto a saída mais viável é a privatização. A postura de privatizar já é adotada em países como os Estados Unidos e França de acordo com o site O Globo. O museu do Louvre por exemplo, já recebe mais financiamento privado do que do estado, seria essa uma ótima alternativa para que os espaços culturais brasileiros tenham longanimidade, evitando que tragedias como a do museu nacional e da língua portuguesa ocorram novamente. “Não corrigir nossas falhas, é o mesmo que cometer novos erros”. (Confúcio).