Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 10/09/2019
O patrimônio histórico-cultural pode ser imaterial, a exemplo tem-se o samba, estilo musical nascido no Rio de Janeiro, além disso, pode ser material como prédios que trazem uma história, um marco que se deve recordar. Entretanto, no Brasil tem-se ignorado esses patrimônios, seja pela pouca valorização do cidadão a esses espaços ou pela falta de investimentos públicos a fim de preservar tais edifícios.
Nessa perspectiva, nota-se que o cidadão pouco reconhece à cultura nacional. Segundo o escritor brasileiro, Nelson Rodrigues, o brasileiro se coloca inferior em face do resto do mundo, e deu o nome para isso de “complexo de vira-lata”. Sob essa ótica é preciso desmistificar este pensamento, e buscar à valorização e reconhecimento dos artistas, músicos, do cinema, além dos prédios e complexos culturais. É necessário que a sociedade visite os museus, assistam os filmes nacionais, observe a riqueza presente no Brasil, para abandonar-se o “complexo vira-lata”.
Outrossim, cabe ao Governo brasileiro, segundo a Constituição, buscar caminhos que proporcione ambientes de cunho histórico-cultural. Como exemplo, se pode citar, o complexo cultural da praça da Liberdade, no estado mineiro, através de parcerias público-privado, o Governo cedeu prédios públicos, espaços que conta um pouco da história de Minas Gerais, para serem administrados por empresas de atuação no estado, e assim o cidadão ganha, tendo ambientes conservados e com exposições culturais.
Pode-se perceber, portanto, que ações de valorização do patrimônio cultural brasileiro são necessárias. O Ministério da Cultura e da Educação, em parceria, podem promover visitações - em museus, exposições, teatros e praças - obrigatórias aos alunos das escolas públicas. Tais ações podem estar alinhadas com aulas de história, literatura e artes, disciplinas que absorve toda a riqueza desses ambientes, a fim, de deixar no passado a ideia do vira-lata. Aliado a essas ações, novas parcerias do público-privado podem-se buscar, com isso, as empresas ganham isenções, os governos poupam recursos, e a sociedade usufrui dos novos ambientes culturais.