Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 26/10/2019

Marcus Garvey, ativista jamaicano, acreditava que um povo sem conhecimento da sua história, origem e cultura, era como uma árvore sem raízes. Nesse sentido, tal panorama influênciou a criação de museus e organizações para promover o conhecimento do passado. Em contrapartida, nota-se que o governo não vem preservando o Patrimônio Histórico Brasileiro. Desse modo, torna-se premente analisar as causas do extremo abandono do patrimônio material do Brasil e buscar soluções para o impasse.

Em primeira análise, é lícito postular que o Brasil é um país com uma grande diversidade cultural. Com efeito disso, em todo o território nacional encontramos dezenas de prédios e monumentos tombados e que não podem ser moldados e modificados pelo homem. Evidenciando o supracitado, de acordo com o site de informações da Rede Globo - G1, O Brasil possui quatorze patrimônios históricos reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), em dez diferentes estados do país. Trazendo assim, um sentimento de alívio aos amantes da história, uma vez que protegidos não serão tocados.

Por outro lado, é notório a negligência com que o Governo Federal vem tratando a atual situação dos prédios históricos espalhados pelo país. A falta de segurança e o descaso público são os principais fatores que afetam a proteção dos vestígios do passado. Os mais importantes museus que guarda a história da nossa nação, como por exemplo o Museu Nacional, não possuem um esquema contra incêndios e roubos, enquanto outros museus espalhados pelo mundo aderem a uma segurança ímpar, como por exemplo – O Museu do Louvre, em Paris, que possuem alarmes e detectores de fumaça ligados a um ponto de comando e monitorado vinte e quatro horas por dia, além de seguranças altamente treinados. Situação extremamente vergonhosa para um país incrivelmente rico em cultura e com acervos enormes como O Brasil.

Em suma, os problemas que o governo enfrenta para a proteção do Patrimônio Histórico Nacional, são de extrema importância resolvê-los. Dissarte, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), deve fiscalizar os principais pontos em preservação, por meio de ações promovidas pelo Governo Federal, visando resolver os problemas encontrados no ambiente, antes que alguma tragédia venha a acontecer. Por outro lado, o Ministério da Cidadania deve implementar um sistema de segurança semelhante ao do Louvre, objetivando prevenir incêndios e roubos dentro dos museus. Desse modo, nossa raiz do conhecimento crescerá, e conseguiremos tornar o Brasil um país modelo de preservação do passado.