Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 10/10/2019

Desde o período colonial, o Brasil é formado por uma mistura de etnias devido ao grande número de imigrantes deslocados para a pátria durante a Era cafeeira. A vista disso, fez-se necessário a criação de estabelecimentos que abriguem a cultura local, dispondo como exemplo o surgimento de museus e bibliotecas. Entretanto, estes perderam relevância ao se depararem com as inovações tecnológicas dos centros urbanos, o que gerou perdas para a herança nacional.

Contudo, parte dos acervos históricos do território brasileiro são tombados, o que impede possíveis modernizações na estrutura destes. Com isso, a manutenção destes exige uma grande demanda de capital, o que teoricamente seria reposto através do turismo. Entretanto, não é o que acontece, visto que a população tende a optar por locais que ofereçam uma infraestrutura mais atual, gerando prejuízos para os cofres públicos.

Por outro lado, apesar da globalização (a qual é voltada à unificação) as regiões brasileiras apresentam diferentes crenças entre si, o que representa uma minoria se comparado com os Estados da Europa. Devido a isso, festivais que preservem esses hábitos ainda se fazem presentes, o que torna o país um diferencial da América do Sul.

Evidencia-se, portanto, que os legados culturais sofreram danos ao longo do tempo. Por isso, faz-se imprescindível que o Ministério da Cultura, por meio de congressos, estabeleça um plano de metas futuras com a finalidade de atrair os indivíduos sobre a importância dos patrimônios, como a criação de emendas na constituição que permitam adaptações nestes, de modo que o torne  mais atrativo, e consequentemente evite a perda da identidade nativa.