Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 12/10/2019
No segundo semestre de 2018, aconteceu o o incêndio do Museu Nacional do Brasil, o qual destruiu quase todo acervo histórico e científico construído a mais de 200 anos. Sob esse viés, nota-se, no entanto, uma negligência estatal ao não preservar o patrimônio histórico cultural brasileiro e, por conseguinte, podendo acarretar um esquecimento na cultura local.
A priori, é importante ressaltar que o Estado se mostra omisso na preservação dos centros históricos brasileiros, visto que, existe uma falta de fiscalização e de recursos para conservação dos mesmos - como ocorrido no incêndio do Museu Nacional. Devido a esses fatores, é possível que as futuras gerações não conheçam, ou presencie, a história do seu país. Logo, é necessário que o Poder Legislativo sancione leis, para extinguir esse cenário ignóbil.
A posteriori, é fulcral pontuar, ainda, que devido a essa mazela, uma cultura pode ser esquecida. Nesse contexto, devido a falta de preservação de um acervo histórico acarreta a um desgaste com o tempo e, até mesmo, possibilitando a destruição do mesmo. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao se deparar com um Sítio arqueológico, lá mostra, com provas físicas, acontecimentos ou evidências que contará a história daquele local, ou seja, caso ocorra a destruição do mesmo, a cultura local será esquecida.
Depreende-se, portanto, a necessidade de preservar um patrimônio histórico cultural brasileiro. Para tanto, cabe ao Poder Legislativo, na figura do Senado Federal, por meio de um voto popular, aprovar leis a qual obrigue a ida de fiscais ao campo referido, para averiguar e constatar caso tenha algum problema, bem como punições para qualquer indivíduo que vandalize ou destrua um ponto histórico nacional. Com a finalidade de garantir com que a futura geração conheça sua cultura e a história de seu país. Somente assim, será possível, por fim, que casos como o do Museu Nacional não ocorra mais no Brasil.