Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 16/10/2019
Monumentos. Hábitos. Dialetos. Diversos são os componentes que formam a identidade brasileira. No entanto, apesar de notória importância, o patrimônio histórico cultural do Brasil é alvo de depreciações advindas pela má gestão de recursos públicos e externalidades, necessitando, portanto, de preservação.
Antes de tudo, vale ressaltar que o descaso governamental atua como potencial agente catalisador da depredação relacionada ao patrimônio sociocultural e histórico do país. A constituição de 1988 previa a valorização da cultura e a concessão de direitos culturais a todos. Todavia, tais premissas não foram cumpridas, visto que, apesar da alta distribuição de tributos ao Ministério da Cidadania, o Museu Nacional pegou fogo em 2018.
Outrossim, destaca-se a homogeneização cultural como vetor do esquecimento sobre os dialetos, hábitos e monumentos do Brasil. Milton Santos, geógrafo brasileiro, em seus estudos sobre a globalização, afirmava a ocorrência do solapamento de outras culturas em detrimento do eurocentrismo. Desse modo, a história do povo brasileiro é ameaçada por meio de externalidades.
Destarte, torna-se imprescindível a resolução da incógnita. Urge, portanto, a necessidade de ação coligativa entre Ministério da Cidadania e o Tribunal de Contas da União, a fim de uma melhor alocação dos recursos disponibilizados pelo Ministério, que ocorrer-se-á por meio de análises contábeis feitas pelo TCU. Desse modo, com um auspicioso uso do dinheiro público, possibilitar-se-ia a preservação do patrimônio histórico social brasileiro e sua divulgação em nossa sociedade.