Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 16/10/2019
Desde os primórdios, algumas edificações são usadas para representar, de forma física, um fato real acontecido ou uma lembrança. Tal edificação, hoje, é protegida por lei, isto é, com base nos requisitos da mesma. Ao ser reconhecido, esse local passa a ser preservado como um Patrimônio histórico cultural, mas ainda existem dois problemas: a falta de responsabilidade de quem supervisiona e a ignorância da individualidade do ser humano.
Visto que uma parte do dinheiro arrecadado em impostos é destinado à Lei Rouanet, que é quem cuida e incentiva a cultura brasileira, é sensato dizer que é por falta de responsabilidade da supervisão os acidentes ocorridos como no Museu Nacional. De fato, é impossível uma Lei atender toda a demanda. Isso confirma que todos esses patrimônios históricos culturais não deviam estar aos “olhos” de um só Órgão, que é o Estado.
De acordo com o economista Ludwig Von Mises: “As pessoas precisam parar de acreditar em slogans absurdos e voltar a confiar na sensatez da razão.” O Governo, com o intuito de que todos possam contribuir com impostos para esta lei, ignora a individualidade do ser humano, pois nem todos irão considerar tal edificação como um patrimônio histórico. Todavia, são obrigados a participar, pois, caso não queira, será penalizado por sonegação de impostos.
Diante dos argumentos supracitados, é necessário separar o Governo dessas edificações. Para isso, cabe ao Estado, por meio do Poder Legislativo, aprovar a privatização de todos esses locais, com o intuito de descentralizar a supervisão, facilitando e melhorando os cuidados ao patrimônio, que será dado individualmente. Com isso, as pessoas irão contribuir apenas com aquele que lhe convém e que elas consideram como Patrimônio histórico cultural brasileiro.