Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 26/10/2019

O Museu Nacional do Rio de Janeiro pegou fogo e perdeu grande parte de todo seu acervo, transformando em cinzas quase 200 anos de história do Brasil. Sob esse viés, é notório que, no país, a preservação patrimonial não é nada viável, pois ainda falta infraestrutura eficiente e reconhecimento pelas autoridades. Nesse contexto, são necessárias medidas estatais para reverter tais problemas.

Em primeiro plano, vale ressaltar que, de acordo com o diretor do departamento de patrimônio material do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o principal problema é a falta de políticas públicas que garantem a infraestrutura adequada. O resultado disso são centros abandonados, construções caindo aos pedaços e, principalmente, a perda de artefatos históricos. Desse modo, é necessário que haja soluções para essas problemáticas, uma vez que na maioria dos casos, os danos são irreparáveis .

Outrossim, vale ressaltar também que, outro problema é em relação à falta de reconhecimento histórico-cultural. Essa questão dá-se por causa que nem todos os patrimônios são tombados. Sendo assim, tais estruturas acabam não sendo preservadas e nem reconhecidas pelo seu valor histórico, pois, o tombamento é o primeiro passo a ser tomado para preservar legalmente obras arquitetônicas e/ou bens culturais. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa conjuntura.

Torna-se evidente, portanto, medidas para alterar o cenário vigente. Desse modo, é dever do Ministério da Cultura, juntamente com o poder Legislativo assegurar a melhoria nas estruturas de obras históricas, afim de melhorar a infraestrutura e preservar os museus. Além disso, é dever da Escola trabalhar com os alunos, por meio de palestras e bate papo, sobre a importância que os patrimônios culturais são para a história do país.