Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 25/02/2020

Na obra “Utopia” do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a falta de preservação do patrimônio histórico apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de de informação e interesse da população, quanto da falta de investimentos. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente, é fulcral pontuar a falta de preservação do patrimônio histórico deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido a falta de atuação das autoridades que não reconhecem o grave problema que o nosso patrimônio cultural enfrenta, pois a maior parte da população não tem o hábito de frequentar lugares como museus, o que gera, a falta de interesse dos brasileiros.

Ademais é imperativo ressaltar a falta de investimentos como promotor do problema. De acordo com o site UOL, o Musel Nacional que pegou fogo em 2018 recebeu um corte de 77% do orçamento em 2017. Diante disso, a negligência do estado é um obstáculo para a preservação do patrimônio histórico.    Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte com o intuito de mitigar a falta de preservação do patrimônio histórico e cultural, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, será revertido em reformas e manutenções semanais com o intuito de previnir novos acidentes como o incêndio de 2018 no Museu Nacional. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da falta de preservação do patrimônio histórico, e a coletividade alcançará a Utopia de More