Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 03/03/2020
O contraste do patrimônio histórico vivo
Haja vista que, a história tanto coletiva quanto individual refere-se à identidade de uma memória. Dessa forma, se observa os relatos deixados por escritos (ou não), pelas civilizações passadas, de modo que intervém na vida contemporânea. Assim como, a Constituição do Brasil de 1934 decretou-se a preservação do patrimônio cultural brasileiro, no entanto, só foi transformada em lei no ano de 1937, que está estabelecida até hoje.
Em 2018, o Museu Nacional do Rio de Janeiro, que também foi residência oficial dos Imperadores do Brasil, teve parte de seus acervos e do edifício destruídos, por um incêndio. O museu contava com cerca de 20 milhões de itens, como fosseis, múmias, peças indígenas e livros raros. Embora que, alguns artefatos tenham sido salvos, grande parte de documentos da identificação histórica brasileira foi perdida.
A preservação não implica em tombar tudo, nesse caso o tombamento é apenas a garantia de sobrevivência para determinados bens.No entanto, o Programa Revive, de origem portuguesa, tem como objetivo conservar, preservar e valorizar o patrimônio público juntamente com o Ministério do Turismo.
Portanto, o Ministério do Turismo, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), devem investir em fiscalizações rígidas, infraestruturas, reformas e manutenções. Ademais, promover idas anuais a museus, cidades históricas ou qualquer tipo de memorial, por meio de escolas públicas quanto privadas. Contribuindo assim, para o desenvolvimento socioeconômico e cultural do país.