Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 26/03/2020
No segundo semestre de 2018, o Museu Nacional do Rio de Janeiro foi consumido por um incêndio que destruiu boa parte do seu acervo cultural e científico. Esse acontecimento é reflexo dos ínfimos investimentos destinados à preservação do Patrimônio histórico cultural brasileiro. Tal problemática é um desrespeito aos direitos dos cidadãos e gera neles uma falta de interesse pela história e cultura do próprio país.
Os cidadãos têm seus direitos feridos quando o Estado se nega a investir no Patrimônio histórico e cultural. Essa negligência vai de encontro com a Constituição Federal de 1988, a qual afirma que ninguém — nenhum civil, nem o próprio Governo — pode privar um indivíduo do acesso à cultura, pelo contrário, cabe ao Estado o investimento nesse âmbito. Sendo assim, é notório que o pouco investimento em cultura pela Federação Brasileira é o principal motivo para que os patrimônios brasileiros não estejam plenamente conservados e resulta num violamento de direitos dos cidadãos.
Esse ínfimo investimento na preservação do Patrimônio histórico cultural brasileiro resulta em um desinteresse da população a respeito de cultura, história e arte. Como confirmação desse fato, tem-se os dados divulgados pelo site de notícias G1, os quais afirmam que 60% dos brasileiros nunca foram a um museu e 71% das população brasileira nunca foi a uma exposição de pinturas e esculturas. Dessa forma, é visível que o ínfimo investimento em cultura desestimula os habitantes brasileiros nessa área, já que se não há uma boa preservação, os indivíduos não conseguem olhar os elementos, esculturas e monumentos culturais como algo atrativo.
Fica claro, portanto, que a preservação do Patrimônio histórico cultural de um país é algo essencial, mas que no Brasil não ocorre de forma eficaz. Assim, é necessário que o Ministério de Turismo crie mecanismos da assessoramento às Secretarias Estaduais de Cultura, para que elas invistam em reformas de seus patrimônios, os mantendo sempre conservados, a fim de estimular à população a valorizar a cultura local.