Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 25/03/2020

No início do século XX, o Brasil testemunhou um movimento artístico de valorização do cidadão e espaço brasileiro e uso da identidade nacional independente da cultura europeia, com a valorização de personagens como o índio e o sertanejo. Nessa perspectiva vale comentar como o Estado cuida do patrimônio histórico cultural brasileiro e como a sociedade contemporânea está inserida nesse debate.

De início, compreende-se que o Estado se mostra negligente ao permitir o sucateamento e esquecimento do patrimônio histórico cultural brasileiro. Isso por que há uma ineficiência no processo de preservação dos lugares de memória de seu povo, o que falta é um investimento mensal de recursos financeiros para restauração e cuidados desse patrimônio material. Nota-se então que o poder público não tem resolvido o problema como um todo, apenas por partes, pois o tombamento de um bem material como patrimônio cultural não é o suficiente para garantir sua preservação e importância.

Além disso, na espera atual de globalização a sociedade brasileira tem consumido cada vez mais  a cultura de outros países e isso acarreta em uma desvalorização da cultura nacional uma vez que eventos culturais e entretenimento televiso valoriza em suas programações atrações internacionais. Diante disso, é preciso reforçar uma educação cultural da identidade brasileira por meio de filmes nacionais, músicas regiões e história do Brasil. Busca-se com isso uma sociedade ativa nos debates culturais acerca dos bens materiais e imateriais cobrando de seus políticos ações que garantam  o respeito a memória nacional da comunidade brasileira.

Em suma, para que a identidade nacional não seja afetada e a preservação cultural de seus patrimônios materiais e imateriais seja feita de forma efetiva é preciso que algumas ações sejam formentadas não só pelo governo mas pela sociedade também. Desse modo, cabe ao Ministério da Cultura em conjunto com as Secretarias Estaduais e Municipais de Cultura dar uma nova função para esses locais, como alugar para inciativa privada, planejar eventos culturais e inserir como ponto turístico para comercio artesanal, dessa forma é possível validar uma renda mensal para o funcionamento desses centros históricos assim como também preservar a memória da história e cultura brasileira.