Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 26/03/2020

O patrimônio histórico pode ser entendido como monumento, hábitos  e forma de se comportar na sociedade que represente parte da história e a identidade de um país. Nesse sentido, a Constituição de 1988 garante que todo brasileiro tem pleno acesso aos mecanismos da cultura. No entanto, há uma falta de preservação do patrimônio histórico brasileiro que fere o direito dos cidadãos e a influência estrangeira que ameaça a identidade nacional.

A priori, é válido ressaltar que a população e as autoridades não dão o valor ao patrimônio histórico cultural do Brasil. Logo, cenas como o incêndio do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, que foi um perda irreparável para a cultura e ciência da nação, são comuns, porém em proporções menores. Nessa lógica, essa falta de preservação do patrimônio prejudica a história do país e faz com que as pessoas repitam os mesmos erros como os preconceitos raciais, religioso, o machismo.

Outrossim, é preciso analisar que nos dias atuais, com o advento da globalização, há uma cultura de massa, segundo os filósofos Adorno e Horkheimer, vinda dos países europeus e dos EUA, para satisfazer os anseios de um mercado capitalista, cria-se uma necessidade de consumi-lá. Desse modo, esse cultura de massa que é altamente consumida pelo Brasil faz com que a cultura tipicamente brasileira tende a se perder por conta da influência estrangeira, perdendo a identidade nacional.

Portanto, é necessário a preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro. Por conseguinte, é fundamental que o Ministério da Cultura, como órgão responsável, revitalize monumentos históricos, por meio de um projeto e com o auxilio de investidores, para preservação do patrimônio histórico e que o Ministério da Cultura junto a mídia promovam a cultura brasileira para os cidadãos, com propagandas, filmes e eventos culturais, para aumentar o interesse das pessoas e garantir o direito proposto na Constituição.