Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 21/03/2020
Na Sociologia, é dita que, patrimônio histórico é tudo aquilo que traz consigo a identidade do povo e a cultura do lugar que ali está situado tal elemento que traduz a isso. Portanto, em alguns lugares, vulgo o Brasil, a Arte e a história não é bem vista e valorizada e com isso faz com que lugares que marcam a essência de tal sociedade não seja bem aproveitada e, logo, respeitada. Com base nessa perspectiva, é de suma importância o debate sobre em como podemos preservar o patrimônio histórico cultural, assim como o seu significado para a formação identitária das pessoas e do seu espaço em geral.
De início, é válido ressaltar que a problemática da falta de apoio à preservação do patrimônio cultural do Brasil é tanto político quanto social. Isso acontece porque, pessoas com alto poder na política e empresarial não veem prédios e bibliotecas históricas como grande ‘vale a pena’ para tal preservação, simplesmente ignoram as suas solicitações de soluções para tais problemas ou simplesmente as demolem para fazer algo que os trariam lucros; assim como, em relação ao social, as pessoas em si não se interessam em saber o porquê aquilo está ali ou no para que, destacando assim o desconhecimento historiógrafo de algo que traduz a identidade de tal lugar. Além disso, a falta de informação e interesse são outras principais problemáticas que põem elementos que deveriam estar em constantes incentivos em relação à preservação em risco.
No entanto, a importância do patrimônio histórico na vida cotidiana das pessoas é algo muito marcante. Isso é dito pois o trago à memória do que foi feito e existido ao longo do tempo marca na vida das pessoas a construção identitária de onde elas vieram e quem vivia por ali e por isso, graças ao senso e à empatia pelo antigo, vários lugares adotaram a medida em adotar várias casas culturais para sua preservação, tal como o Clube do Internacional, situado na cidade do Recife, Pernambuco, que é alugado para empresários, que de lá, preservaram suas partes externas, aproveitando assim, suas partes internas que antigamente funcionavam como salões para bailes e reuniões em salas de aulas que hoje transformam milhares de alunos. Ademais, isso prova que é possível fazer diferenças com os prédios antigos sem precisar derrubá-los ou ignorá-los, podendo assim, além de ter lucros, atribuir diferentes valores.
Por fim, fica claro que há muito o que fazer para evitar que memórias sejam apagadas para a objeção de lucros. Para isso, o Governo juntamente com o Ministério da Cultura deve prestar mais atenção e dar mais valor às casas de cultura e preservação.