Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 23/03/2020

Dentro da Declaração Universal dos Direitos Humanos, consta que todos tem concessão para desfrutar do patrimônio histórico. Com isso, é importante preservar a cultura brasileira pelo seu papel na formação populacional e enfrentar o descaso por parte desta mesma população, que ameaça a proteção da riqueza nacional.

Em primeira análise, a cultura aparece como fator ativo no desenvolvimento dos brasileiros. Diante disso, a teoria do sociólogo Antônio Cândido explica tal questão quando ele coloca a arte sendo responsável por construir indivíduos racionais e culturais. Portanto, preservar o patrimônio histórico contribui com formar uma sociedade que não só valoriza suas raízes, mas também respeita a dignidade humana. Todavia, quando o indivíduo carece dessa formação, ele se mantém alheio aos motivos de sua participação na sociedade, e cria um país desconexo aos direitos humanos ao mesmo tempo que ameaça o bem estar geral.

Em segunda análise, os indivíduos carentes da formação anteriormente citada comprometem a manutenção do patrimônio histórico, pois desconhecer sua cultura vai inviabilizar compreender o motivo para preserva-la. Felizmente, desde o século XX, os brasileiros buscam mobilizar todos em prol de enfrentar esse problema pertinente. Isso é evidente no Modernismo, um movimento cultural exaltador das raízes e criatividade nacional. Portanto, essa escola literária é reflexo das pessoas conscientizadas que ultrapassam seu privilégio sociocultural ao pensar no coletivo. Sendo assim, cuidar do patrimônio histórico beneficia toda a sociedade no geral.

Diante dos fatos supracitados, os centros estudantis devem promover festivais culturais que envolvam apresentações e debates, para que a população valorize sua cultura. É função do Governo Federal criar espaços públicos em localizações centrais promoventes de acesso ao conhecimento sobre o patrimônio histórico nacional, visando garantir o direito de cultura para todos.