Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 25/03/2020
Ao longo da história -do descobrimento do Brasil em 1500 até os dias atuais- há uma formação de patrimônio de demasiado valor sociocultural. Com a globalização e evolução das sociedades, houve a abrangência da cultura de massa, o que pôs em risco a valorização da cultura nacional. Parafraseando o historiador jornalista, Sergio Buarque de Holanda autor do livro “Raízes do Brasil”, no qual falava da brasilidade, que seria a especificação do que faz o brasileiro ser brasileiro, deve-se dar maior importância aos patrimônios materiais e imateriais existentes ao nosso redor.
Dessarte, o centro histórico de Olinda (PE), Brasília (DF), o parque nacional serra da capivara (PI) e o corcovado (RJ), são exemplos de patrimônios materiais que juntamente com vários outros carregam imenso valor ao montar a história e ilustrar a trajetória que passamos até chegar no que temos hoje.
Um outro tipo de patrimônio que até chega a ser mais valorizado devido a sua constância na vida dos indivíduos de uma mesma sociedade, é o imaterial, tal como comidas típicas, danças regionais, hábitos e costumes de um determinado grupo social. O cuscuz, o frevo, o acarajé e a tapioca se faz bem frequente no dia a dia dos nordestinos por exemplo.
Sendo assim, cabe aos órgãos governamentais competentes fiscalizar o cumprimento das leis já existentes que protegem os patrimônios brasileiros, por meio de visitas frequentes em museus, monumentos, cidades históricas e demais edifícios tombados. E quanto aos símbolos imateriais, uma fiscalização populacional através de pesquisas de opinião pública. A fim de que seja combatida a banalização e desvalorização de tais, e que haja cumprimento do artigo 215, que garante direito ao acesso da cultura brasileira.