Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 24/03/2020

Segundo o filósofo Santayana, aqueles que não conseguem lembrar do passado criam tendência a repeti-lo. Dessa forma, entende-se que há uma necessidade de preservação de todos os artefatos históricos até hoje adquiridos, que podem ir de grandes edifícios a pequenos fósseis que marcam nossa evolução. Porém, é perceptível que isso não é o que vem ocorrendo.

É possível notar no cotiano que estruturas que guardam grande valor histórico estão sendo cada vez mais depredadas. Em 2018, houve um incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, que destruiu diversos artefatos que carregavam grande importância, demonstrando a desvalorização e falta de comprometimento por parte do governo do Rio de Janeiro com a história brasileira. Além dos edifícios que estão sendo destruídos, há ainda aqueles que estão abandonados, estes que dão lugar para moradores de rua em situação de risco.

De acordo como o estudioso brasileiro Antônio Cândido, existe uma contradição humana, em que alcançamos os máximo de racionalização para novas tecnologias enquanto alcançamos também o máximo de irracionalização comportamental. A partir disso, cria-se uma reflexão de que não adianta um olhar racionalizado para o futuro, se olha-se para o passado com barbárie.

Através do que foi dito, percebe-se que o governo em sua maior parte escanteia o patrimônio histórico brasileiro, não dando sua devida importância, sendo assim necessária a criação de novas políticas de preservação e também a conscientização da população através de palestras e aulas-campo de visitação.