Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 25/03/2020
O Brasil, possui diversos Patrimônios históricos cuja importância é mundial. Devido a isso, é esperado a presença de políticas eficientes e bem aplicadas no que se refere a preservação e proteção desses prédios históricos. Porém, é comum a frequência de histórias sobre o descaso e abandono desses lugares, sendo importante a criação de uma cultura de preservação no Brasil.
Em primeiro lugar, a valorização do patrimônio histórico cultural é primordial para manter “vivos” os elementos de formação da identidade nacional. Contudo, a IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), responsável pela proteção e preservação desses acervos, deixa a desejar por não cumprir de maneira eficiente o seu papel. Sob tal ótica, percebe-se que o descaso com essas propriedades, pelos órgãos e pelo mal cuidado de parte da sociedade com esses acervos, é produto de uma sociedade sem cultura de preservação.
Em segundo lugar, o tombamento desses monumentos proporcionado pela IPHAN é bastante comum no Brasil. Visto isso, o Museu Nacional tombado do Rio de Janeiro, que estava em situação de abandono, pegou fogo pela falta de preservação, fator que é frequente no museus brasileiros. No entanto, é importante reconhecer que tombar não é sinônimo de preservação, é um meio de impossibilitar as mudanças estéticas, até porque vários prédios são tombados e ao mesmo tempo, descuidados.
Portanto, é perceptível a importância da formação de uma cultura nacional no Brasil. Junto a isso, a IPHAN, deveria reforçar as suas políticas de preservação e regulamentação de tombamento para os monumentos históricos que são de profunda notoriedade mundial e a mídia poderia se juntar incentivando a proteção desses prédios. Então, através dessas medidas, espera-se a mudança da postura dos órgãos públicos para diminuir o abandono desses acervos.