Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 12/04/2020
O patrimônio cultural é parte constante da nossa história e até do nosso cotidiano. Infelizmente, existem coisas que não são reconhecidas como patrimônio, por não manter um contato direto no dia a dia de boa parte dos brasileiros. Algumas culturas, mesmo que tombadas são marginalizadas, arriscando sua prática e consequentemente sua existência futura, como as religiões africanas mistas e até o reconhecimento da cultura e região indígena.
Ao contrário do que é de senso habitual, a população indígena não possui somente uma cultura específica mas várias e muitas estão perecendo. A evidência disso são as várias línguas em extinção. Algumas algumas restam somente 3 ou 4 falantes. Isso ocorre pela má fiscalização de terras indígenas que são tomadas, impossibilitando a sua morada e a perpetuação do indivíduo e suas terras.
A Umbanda, Candomblé e outras religiões com origens africanas são, por muitas vezes, vistas com intolerância. Devido a seu histórico escravagista, estigmou-se que a cultura negra era ínfera, mesmo sendo ela uma parte importante de nossa herança. Esses preconceitos geram hostilidade e intolerância.
É notável que o patrimônio histórico brasileiro deve ser preservado. Uma das opções para a realização desta é o aumento da fiscalização dos terrenos indígenas, promovidas pelo Estado. Além disso, diálogos e conversas frequentes por meio de pais, professores e ambiente escolar podem minimizar a intolerância afro-religiosa e conscientizar sobre a importância do patrimônio cultural brasileiro não só nesses quesitos, mas de forma geral. Feito isso, assegura-se que a melhor preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro.