Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 26/04/2020

Os crimes de vandalismo e depredação do patrimônio público dispararam na capital de Minas Gerais no ano de 2018, pichações, roubo de cabos de cobre e destruição de lixeiras são alguns dos tipos mais comuns de crimes dessa natureza. Permitir que tais crimes continuem sendo praticados é descabido e prejudicial não apenas para a população, mas também para os cofres públicos.

Em um período de nove meses, foram registrados 654 ocorrências de vandalismo e depredação do patrimônio público na cidade de Belo Horizonte. No principal cartão-postal da cidade, que pouco tempo antes recebera o título de patrimônio histórico e cultural da humanidade, pode-se observar tamanho desrespeito: pichações em muros, grades, praças, viadutos e avenidas, bem como a deterioração de locais por excesso de urina, e também algumas regiões totalmente escuras a noite devido ao roubo de cabos de cobre.

A destruição ou perca de bens patrimoniais é danoso a população, uma vez que o turismo gera um fluxo contínuo de pessoas, que por sua vez acabam desfrutando de restaurantes, padarias entre outros comércios locais. Se não há um patrimônio local aberto a visitação, não há também recursos revertidos para a própria comunidade. Além disso, danos ao patrimônio tem que ser reparado, gerando assim mais gastos.

Segundo o artigo 2016 da Constituição Federal Brasileira, o Poder Público com a colaboração da comunidade, deve promover e proteger o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, e desapropriações.

Assim sendo, a responsabilidade é do Poder Público e da comunidade, que precisa aprender valorizar o patrimônio que tem. O Ministério da Cultura juntamente com o Ministério da Educação, devem criar programas de educação patrimonial na escola, através de visitações. Já o Ministério do Turismo,  deve divulgar mais os patrimônios culturais brasileiros, através de anúncios via internet, televisão e panfletagem.