Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 21/09/2020
O incêndio no Museu Nacional em 2018 caracterizou-se como uma grande perca de patrimônios de valores culturais e científicos brasileiros. Assim, torna visível a negligência governamental em proteger e preserva o pecúlio nacional. Além disso, o desconhecimento por parte da população referente a importância dos acervos na proteção da identidade brasileira, tem causado o desinteresse político em promover políticas públicas de preservação da infraestrutura de acervos tombados no Brasil.
Em primeiro análise, entre as causas dessa displicência deve-se a falta de investimentos governamentais, em promover a manutenção nos acervos de modo a preserva sua estrutura física. Por conseguinte, ocorre a perca de bens de valor cultural e cientifico, já que muitos desses instrumentos são usado para pesquisa com objetivo de identificar as origens do povo brasileiro e preservar a identidade de grupos nativos. Logo, o episódio ocorrido no Museu Nacional é um reflexo do descaso estatal acerca da preservação desses bens.
Além disso, o artigo 216 da constituição de 1988 assegura que, patrimônio é considerado bens de natureza material e imaterial portadores de referencia à identidade e memória da população brasileira. Entretanto, o desconhecimento da população referente a proteção, e nem interesses por parte dos políticos para promove-la. Como resultado, causa o sucateamento dos acervos brasileiros, já que estes não são valorizados como herança histórica cultural. Assim, Torna-se indispensável ações para inibição desses impactos.
Em síntese, a falta de verbas e prestigio nos acervos tem se tornado um empecilho para resguardar os objetos de bens culturais aos quais são responsáveis por caracterizar a identidade do povo brasileiro. Cabe ao Ministério da Cidadania juntamente com o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), promover políticas públicas através de leis que priorize o capital para a proteção de museus e monumentos históricos. Cabe também ao Ministério da Educação levar o assunto para dentro das escolas através de palestras, de forma clara e objetiva, referente a importância dos acervos e a necessidade de cobrança ao governo vigente. Esperasse que com essas ações seja possível a garantia da integridade dos bens culturais no Brasil.