Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 21/10/2020
Em 1922, ocorreu em São Paulo a Semana da Arte Moderna, na qual vários artistas nacionais se juntaram para produzir e valorizar a arte e cultura brasileira. Contudo, o reflexo desse evento na atualidade não surtiu efeito, uma vez que patrimônios históricos e culturais não são devidamente protegidos tampouco reconhecidos. Devido a falta de incentivo na preservação da cultura brasileira nas escolas e a negligência estatal sobre o assunto.
Em primeiro lugar, a preservação de patrimônios históricos importantes na sociedade é desvalorizada. Visto que, pela falta de falta de educação nas escolas sobre a importância desses edifícios, monumentos e ambientes na história do país, faz com que os futuros cidadãos do Brasil não vejam sua real contribuição. Assim, relatos de vandalismo, roubos e pichações são contantes como ocorreu em estátuas de bronze no Rio de Janeiro e casas tombadas em cidades históricas na Bahia.
Vale ressaltar, que o Governo não investe adequadamente nos patrimônios culturais. Ainda que no Artigo 215 da Constituição brasileira afirma que o Estado deve incentivar, valorizar e proteger qualquer forma de manifestação cultural. O que nao acontece na prática, visto que o Museu Nacional, espaço que abrigava o maior acervo de arte e bens de grande importância na história da nação pegou fogo em 2018. Em razão a negligência de investimentos na sua manutenção.
Depreende-se, portanto a relevância da preservação de patrimônios históricos. Logo, é mister que o Estado tome providências para superar o cenário atual. Para que ambientes de valor cultural sejam protegidos, urge que o Ministério da Cidadania faça investimentos na manutenção desses locais, por meio de verbas para institutos especializados como o Instituto de Preservação História e Artístico Nacional. Ademais, as escolas devem promover palestras de conscientização a fim de valorizar a arte nacional. A fim de que, a Semana da Arte Moderna tenha válido a pena.