Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 04/11/2020

O filósofo francês Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no que concerne à questão da preservação de patrimônios históricos. Dessa forma, observa-se que esse descuido à cultura reflete um cenário desafiador, seja em virtude aos modos enraizados no território vindo com os Portugueses, seja pela questão econômica capitalista atribuída a isso.

Primeiramente, na história brasileira a construção de patrimônios culturais ocorreu com a vinda da família real para o Brasil. Da mesma forma, quem utilizava esses espaços era a realeza e a burguesia, então os cuidados ficavam nas mãos dos escravos e não pôr quem utilizava. Todavia, com o passar dos anos, esses locais foram caindo no esquecimento ou sendo usados para outros fins, o que foi deixando a história cultural da nação cada vez menos importante. Além disso, vê-se que em todo o país a cultura, a história e suas preservações são um dos últimos elementos de preocupação, para as autoridades. Ainda mais, para investidores, logo que mesmo em grande escala de tempo de exposições o lucro é mínimo. Contudo, o rapper Orochi denuncia esse descaso em sua música, “A Colônia” quando diz: “Fogo no museu… tudo que restou são cinzas e memórias”, mostrando uma das consequências desse abandono.

É necessário, portanto, medidas para resolver o impasse. Dessa forma, cabe à Secretaria da Cultura facilitar o acesso de toda a população a museus e bibliotecas, por meio de uma verba distribuída através de um cartão magnético, visto que o uso deste será apenas para esse fim. Com o objetivo de atrair as pessoas e investidores para esses locais e com o passar do tempo, todos comecem a preservar essas instituições.