Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 15/12/2020
Em 2018, na cidade do Rio de Janeiro, um incêndio ocorreu no Museu Nacional, considerado patrimônio histórico cultural brasileiro. O acontecido trouxe grande prejuízo cultural ao país, visto que foram perdidos materiais de alto valor histórico. Logo, é vital a luta pela proteção de patrimônios que são a identidade da cultura brasileira e contam a história da sociedade.
Em primeira instância, o que está dentro do conceito de patrimônio histórico cultural de alguma forma conta uma história. O artigo 216, presente na Constituição Federal de 1988, garante a proteção do patrimônio cultural. Tendo isso como direito assegurado aos cidadãos, é visível a importância desse meio como forma de entendimento da trajetória percorrida na história até chegar ao que se vive hoje e os motivos de determinadas vivências, além de ser um caminho para um encontro com a própria cultura brasileira.
Além disso, são esses os artefatos que dão identidade ao “ser brasileiro”. A globalização facilitou a massificação da cultura, na qual a visão de mundo e os costumes que imperam costumam ser de países hegemônicos, como por exemplo, os Estados Unidos no mundo Ocidental. Por conseguinte, aspectos da cultura brasileira podem ser negligenciados em função da falta de valorização e investimento na preservação. Portanto, o ato de conservar o patrimônio cultural da nação em bom estado faz parte do cuidado com a identidade de um povo perante a si e ao mundo.
Em suma, para proteger artefatos que contam a história e identificam o país, o Ministério da Educação e Cultura, junto à iniciativa privada, deve angariar fundos para investir na preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro, por meio do aumento da verba transferida para orgãos que cuidam de sua manutenção, sendo a verba vinda da contribuição de empresas. Dessa forma, é possível mitigar o descaso como o que resultou no incêndio do Museu Nacional.