Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 06/01/2021

Em 2018 o Museu Nacional sofreu um grave incêncio que destruiu uma grande parte de seu acervo q de sua estrutura arquitetônica histórica. Tal episódio é apenas um dos inúmeros casos frutos da precária preservação do patrimônio histórico cultural no Brasil, o que é alarmante, dada a importância do patromônio para a conservação da memória e da identidade cultural.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que o patrimônio histórico cultural tem como função promover uma maior ligação entre a população e sua história, fortalecendo laços de identificação e pertencimento com a localidade. Nesse sentido, proteger a memória é essencial, uma vez que conhecer o passado e a tradição permite uma maior compreensão do presente.

Entretanto, alguns desafios se colocam à preservação da história e cultura locais, como o descaso por parte de Estado e a crescente homogeneização da cultura de massa promovida pelo processo de globalização. No caso desta, é perceptível como seu consumo toma muitas vezes o espaço de manifestações culturais locais, que podem se encontrar ameaçadas de caírem no esquecimento sem a devida valorização patrimonial. Deste modo, a falta de proteção e preservação dos patrimônios materiais e imaterias configura um cenário realmente procupante.

Diante do expoto, torna-se clara a urgência de uma efetiva proteção e valorização do patromônio histórico cultual do país. Assim, cabe ao poder legislativo a responsabilidade de criar leis que asseguram que o Estado despenda mais verbas destinadas à preservação patromonial, para que tristes episódios como o incêndio no Museu Nacional não voltem a ocorrer, e para que a história e cultura locais sejam lembradas e valorizadas.