Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 31/12/2020
A obra “Útopia” de Thomas More retrata uma sociedade perfeita, caracterizada pela ausência de problemas e conflitos. No entanto, no Brasil, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a preservação do patrimônio cultural no território brasileiro ainda enfrenta grandes barreiras, como quais dificultam a concretização dos planos de mais. Consequentemente, esse cenário antagônico é fruto tanto da ausência de verbas do Estado para a manutenção de patrimônios culturais, quanto do fenômeno da chuva ácida, o que danifica os memoriais e, dessa forma, agrava o problema.
Precipuamente, é válido pontuar que a má postura estatal está presente na ausência do redirecionamento de verbas para a preservação de patrimônios históricos brasileiros. Consequentemente, alguns museus fecham como portas devido à grande quantidade de dívidas a serem pagas. Graças a isso, uma omissão estatal leva a perda de uma área de lazer, além de um objeto de estudo histórico que deveria ser passado para gerações presentes e futuras.
Ademais, é imperativo ressaltar o fenômeno da chuva ácida como impulsionador do problema. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a grande quantidade de emissão de gases poluentes adquiridos pelas indústrias, causam o fenômeno da chuva ácida. O impacto desse descuido está na deterioração do patrimônio cultural brasileiro, como por exemplo estátuas e esculturas históricas que vão perdendo cada vez mais seu propósito e sua identidade nacional, o que contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Necessita-se que, urgentemente, o Tribunal de Contas da União direcione capital para ser revertido na criação de projetos online, como por exemplo publicidades conscientizadoras que serão colocadas nas redes sociais. Essas medidas têm a intenção de criar parcerias com setores privados para que ocorra o pagamento dos gastos mensais dos patrimônios culturais brasileiros, levando a quitação das dívidas. Além disso, também devem ser elevados leis estaduais que limitem a emissão de gases poluentes. Essas medidas devem ser adotadas para que assim ocorra a preservação de áreas de lazer cultural, fazendo com que as industrias não colaborem com esse caso. Desse modo, em médio e longo prazo a coletividade alcançará a Utopia de More.