Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 07/07/2021
Durante a produção do estilo literário do Romantismo brasileiro, criou-se a importância de gerar um patrimônio histórico entorno da formação da formação brasileira, utilizando os povos indígena do Brasil. Embora esse projeto não tenha ultrapassado o ambiente literário, com isso acarretou uma divergência da realidade brasileira e o ambiente de ficção da literatura. Dessa forma, essa perda cultura e histórica do Brasil perpetua até os dias atuais, devido à ineficiência do Estado em manter a qualidade do patrimônio nacional.
Em primeira análise, conforme o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) cerca de 60% dos ambientes culturais e museus brasileiros encontram-se deteriorados ou em estado de abandono, afetando diretamente o setor do turismo histórico. Dessa forma, toda cadeia econômica do turismo e do patrimônio brasileiro é marginalizado pelo abandono dos órgãos públicos, por não intervir nesse descaso com a história social brasileira. Assim, essa gestão pública de baixo incentivo na conservação da cultura e dos fatos nacionais prejudicam na formação da identidade nacional, por causa da falta de educação e relevância social.
Em segunda análise, o geógrafo Milton Santos relata que a globalização colabora para a unificação cultural entre os regiões e sociedades do mundo contemporâneo, apesar de a globalização ser de extrema importância, ela pode promover uma aculturação. Mediante a esse perigo de perda cultura é preciso existir uma valorização cultural interna para não estar vulnerável a acultura da nação, como o filosofo Heráclito afirmava “tudo é fluido”, mas nesse ambiente devermos conservar a essência nacional. Logo, essa política pública cultura adotada é bastante alarmante à sociedade por estar marginalizando a cultura e histórica do Brasil.
Portanto, frente a esse cenário de claro abandono do patrimônio nação brasileira é urgente a reversão dessa levantável realidade. Cabe o incentivo à revitalização das áreas históricas por meio do Estado com auxílio da parceria econômica dos setores privado- por exemplo os hotéis e as empresas do turismo- incentivando a retomada do turismo histórico cultura e social. Dessa maneira, levar a cultura e história da nação brasileira a sua devida importância de relevância e ao conhecimento social da população, assim deixar um legado social as futuras gerações mais centradas em uma notável identidade nacional.