Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro
Enviada em 13/08/2021
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os obrigados o direito à cultura, igualdade e ao bem-estar social. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que a Preservação do Patrimônio histórico cultural não se encontra efetivado na sociedade. Desse modo, uma negligência governamental em consonância com as variáveis econômicas são os principais pilares para essas temáticas.
Primeiramente, vale ressaltar a inoperância estatal como impulsionadora da problemática. Destarte, de acordo com o IBGE, 80% dos municípios brasileiros não possuem museu. Sob esse viés, denota-se que devido essa ausência muitas cidades acabam marginalizadas. Assim, infelizmente, diversas pessoas ficam sem acesso a essa importante fonte de cultura. Dessa forma, é extremamente prejudicial essa privação, já que esse significante Patrimônio histórico agrega na formação cultural de um povo.
Ademais, vale salientar a economia como perpetuadora da reflexão. Por essa perspectiva, segundo o economista Adam Smith, em sua análise da sociedade, os Patrimônios históricos geram desenvolvimento econômico. Sob essa ótica, observa-se que essas riquezas históricas além de agregar no conhecimento da população, é extremamente benéfica para a rotação do capital. Haja vista, que esses Patrimônios geram cerca de 10 milhões de reais por ano, como afirmado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
Portanto, com intuito de preservar o Patrimônio Histórico cultural, urge que o Estado, como promotor e garantidor do bem-estar, disponibilize subsídios para que o Ministério da Educação reverta essa verba em construção de museus, que, por meio de workshops, nas escolas ,a sociedade ficaria sabendo. Além disso, é mister a mídia informar as pessoas a importância que os Patrimônios culturais possuem. Somente assim, a Declaração Universal dos Direitos Humanos entrará em vigor completo.