Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 30/09/2021

A influência da população na preservação dos monumentos

Com base nos conhecimentos do filósofo Immanuel Kant, os indivíduos devem basear seus conceitos com sabedoria e ética, e dessa maneira, a sociedade viverá de forma harmônica. Por conseguinte, torna-se visível o desprezo social em relação a preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro.

Primeiramente, é de fundamental importância compreender que as medidas cabíveis a Constituição Federal Brasileira, estão sendo colocadas em prática. O Poder Público auxilia na preservação, protegendo as esculturas e obras com vigilâncias, registros e rondas constantes da polícia no ambiente em que se encontram.

Segundamente, de acordo com notícias publicadas em 2018, houve um incêndio na cidade do Rio de Janeiro, no Museu Nacional, que atingiu grandes proporções e destruiu a maior parte do local, incluindo mais de 19 milhões de artefatos catalogados. Dentre as obras mais chamativas, encontrava-se, Luzia que era o fóssil humano mais antigo do Brasil.

O desafio surge quando determinado público, sem modos e que não foram educados a respeito dos artefatos, destroem sem entender os valores sentimentais e culturais. Tais comportamentos perante a arte, são inadmissíveis, visto que vem a ser fruto de uma longa história, com diversos contextos e que fizeram parte da humanidade.

Em virtude dos aspectos abordados, conclui-se que os indivíduos não estão conscientes do problema. Os municípios de cada cidade podem ajudar a solucionar o empecilho, com medidas protetivas a cerca das obras públicas e educativas para que haja conscientização das relevâncias que cada obra possui.