Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 11/03/2022

Em 2018 o Museu Nacional do Rio de Janeiro foi incendiado, e como consequência trouxe a destruição de seu enorme acervo e um grande dano estrutural, de maneira análoga, há a preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importantes: ausência de investimento para medidas de preservação e a escassa conscientização da população.

Em primeira análise, evidencia-se a carência no investimento para medidas de preservação. Sob essa ótica, segundo o portal de notícias G1 há que 25% já possui danos causados pelos cidadãos. Dessa forma, há uma abundante quantidade de consequências que isso pode causar, como a desvalorização desse patrimônio.

Além disso, é notório o déficit de conscientização da população. Desse modo, segundo o UOL traz que 65% dos danos causados ocorreu durante protestos nas ruas. Consoante a isso, pode-se concluir que os cidadãos não possuem uma conscientização sobre a preservação do patrimônio e da importância que ele tem na história cultural, nem se quer sabem que esses protestos fizeram com que tenha grandes impactos no patrimônio do Brasil.

Depreende-se portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a preservação do patrimônio histórico cultural. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal investir na segurança do patrimônio para diminuir os danos, e cabe ao Ministério da Educação mostrar aos cidadãos as consequências que eles estão causando através de folhetos e por redes midiáticas, a fim de que aumente a preservação desse grande acervo que o Brasil possui. Somente assim diminuirá casos como o do Museu Nacional do Rio de Janeiro.