Preservação do patrimônio histórico cultural brasileiro

Enviada em 12/07/2022

No ano de 2018, o Museu Nacional foi incendiado, em grandes proporções, destruindo artefatos de até duzentos anos, no Rio de Janeiro. Nesse sentido, há uma dificuldade em preservar o patrimônio histórico cultural em um país que ignora a valorização da memória. Assim sendo, é visível a negligência governamental e a ignorância da população para resguardar seu próprio passado. Logo, são necessárias estratégias cabíveis para que se resolva tal irresponsabilidade.

Dessa forma, é primordial ressaltar que, o governo não investe adequadamente na valorização da cultura, negligenciando-a. Isso posto, segundo o filósofo Thomas Hobbes é dever do Estado proporcionar meios que auxiliem o processo de toda conjuntividade, no entanto, a realidade não é essa. Uma vez que, a preservação da cultura está em divergência, principalmente quando existe uma extinção do Ministério da Cultura. De tal modo, a preservação do passado nada é uma prioridade para os governantes.

Ademais, a população ignora a importância da cultura para o crescimento da sociedade. Desse modo, eventos como a destruição do monumento em homenagem ao Borba Gato, na cidade de São Paulo, evidencia o desprezo das pessoas por uma figura que fez parte da história do país. Destarte, o patrimônio cultural remete à memória e à identidade que mantem um povo. De tal maneira, a comunidade não foi ensinada a preservar sua história.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para que se resolva o problema da dificuldade de conservação do espólio do Brasil, que ignora a valorização da memória. Para tanto, o Estado juntamente com o Ministério da Educação deve promover campanhas, por meio de palestras educacionais em todos os níveis escolares, para que a população tenha conhecimento da importância da cultura, além do mais, poderiam proporcionar a volta do Ministério da Cultura. Em vista disso, lugares históricos terão mais respeito e admiração.