Preservação do planeta: por que parte da população ainda não está disposta a mudar os hábitos em favor do meio ambiente?
Enviada em 09/02/2026
Nas últimas décadas foi registrado um considerável aumento nas emissões de poluentes por todo o mundo, bem como o agravamento de crises climáticas causadas pelo aquecimento global. Mesmo assim, parte da população reluta em auxiliar com a diminuição desses poluentes descartados e disseminados no meio ambiente.
Com o passar do tempo, a população como um todo se tornou gradativamente mais consumista, encontrando problema quanto ao descarte e reutilização de resíduos e materiais utilizados na fabricação dos produtos. De acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, o país produziu cerca de 79 milhões de toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) em 2018, dentre matéria orgânica e materiais diversos, que, em razão da maior parte das cidades brasileiras não possuir um depósito adequado, acaba indo para lugares indevidos, assim, agredindo o ambiente local.
O descumprimento de leis e o uso impróprio de utensílios tem sido um constante desafio socioambiental, onde no Rio de Janeiro o programa Linha Verde bateu recorde de denúncias anônimas acerca de crimes ambientais em 2021, resultando em 650 mil metros quadrados de área degradada, 1,009 resgate de animais silvestres mantidos em cativeiro, apreensão de 330 gaiolas, 64 quilos de peixes em situação irregular, além de ocorrências com balões, linhas chilenas e cerol. Contudo, parte da população vem considerando pensamentos e percebendo a mudança de realidade, em quê de acordo com a fonte Sustentabilidade, a maior parte da população está preocupada com a preservação do planeta, com 75,44%, seguido de preocupar-se com a saúde e bem-estar, com 70,31%, dúvidas com as próximas gerações em 65,38%, e questões sobre a falta de alimentos e água em 62,19%.
De tal modo, a degradação ambiental por meio do alto consumismo e agressão do ecossistema poderia ser combatida com o maior entendimento da população sobre seus hábitos autodestrutivos, adotando então adaptações mais autossustentáveis, incluindo o conhecimento de principais agentes ou ativos mais causadores dos poluentes, sejam eles matéria ou organizações.