Preservação do planeta: por que parte da população ainda não está disposta a mudar os hábitos em favor do meio ambiente?
Enviada em 09/02/2026
A maior queixa da grande maioria das pessoas, que buscam tratamento psicológico no Sistema único de saúde, é falta de dinheiro. Falta recurso e tempo para ter uma moradia digna, cuidado com a saúde e lazer. A vida contemporânea se baseia em: longas jornadas de trabalho para pouca remuneração em relação à outros países. A questão de preservar o meio ambiente fica bem a baixo na lista de prioridades, com tantos outros problemas em pauta, ainda mais em um Estado que parece em se omitir em cuidar da saúde de seu território.
Nos dias de hoje, mais da metade do dia do cidadão brasileiro médio é rodeado em volta do trabalho, além da jornada, existe a questão da locomoção que pode consumir ainda mais tempo. Com intervenção do Estado poderiam haver postos de reciclagem por volta de toda as cidades do país. No qual empregaria uma quantidade colossal de pessoas, perto de suas moradias. A demanda altíssima de lixo produzido pela nação, criaria na mesma proporção uma grande demanda de mão de obra para trabalhar na reciclagem do mesmo.
Outra iniciativa indispensável nesse cenário seria a implementação de uma cultura da separação do lixo para reciclagem pela população, prevista em lei. No Canadá a separação no descarte do lixo pela população é regulada pelo Estado ,o descumprimento pode acarretar em multa. A cultura evoluiu, transformando o país em um grande exemplo no seguimento. É importante se atentar ao setor agronegócio. No passado houveram grandes campanhas do governo, para a população economizar água, sendo que o consumo domestico não chegava à um quarto do consumo total do país, tirando a parte de responsabilidade do setor antes citado.
Concluindo que se Estado, população e grandes indústrias se unirem, podem conservar o meio ambiente, e garantir uma vida mais digna à todos cidadãos e às gerações futuras.