Principais desafios e estratégias para erradicar a pobreza e a miséria no século XXI

Enviada em 22/09/2025

A pobreza e miséria tem avançado de forma progressiva e preocupante, em 2025 dados do Banco Mundial apontaram que mais de 800 milhões de pessoas vivem em extrema pobreza. Regiões da África e países afetados por conflitos são mais vulneráveis, devido a estagnação econômica, instabilidade e crise climática. Essa condição vivenciada por quase 10% da população mundial, é um problema global desafiador e deve ser enfrentado por todos os países, como política internacional.

Em primeira análise, a pobreza exclui milhões de pessoas a terem acesso às necessidades humanas básicas. Abraham Maslow listou as necessidades fisiológicas como, comer, beber, dormir e ter abrigo como demandas essenciais do ser humano. Isso quer dizer que parte da população mundial não tem usufruem dessas condições.

Em segunda análise, a miséria, piora ainda mais as condições de dignidade das pessoas, uma vez que nesse caso, não há recursos para aquisição de qualquer quantidade mínima de alimento que garanta a sobrevivência. A implicação deste cenário, demonstra a inefetividade das políticas internacionais adotadas até o momento para modificar esses dados. E nesse contexto, de acordo, com o Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, o progresso contra a fome global estagnou, o que inviabiliza a erradicação deste cenário até 2030.

Portanto, ao analisar os impactos sociais da pobreza e miséria no mundo, torna-se necessário que ações efetivas sejam desenvolvidas prioritariamente. Para isso, países desenvolvidos, devem por meio de negociações internacionais realizar ações humanitárias para minimizar os efeitos da pobreza. Tendo como finalidade promover assistência em saúde, construção de estruturas de saneamento básico e acesso à educação para crianças e adolescentes, a fim de que os impactos causados pela pobreza e miséria sejam reduzidos e tratados como problema mundial a ser combatido por todos os países.