Principais desafios e estratégias para erradicar a pobreza e a miséria no século XXI

Enviada em 24/09/2025

Em outubro de 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes da história do Brasil: a Constituição Cidadã, cujo conteúdo garante a dignidade. Todavia, milhares de pessoas ainda vivem distantes da realidade pregada pela carta magna, diante dos desafios envolvidos no enfrentamento da pobreza e da miséria. Entre eles, destacam-se a desigualdade estrutural, que limita o acesso a direitos básicos, e a ineficiência das políticas públicas de inclusão social, que não conseguem atender de forma efetiva a população vulnerável.

No filme que horas ela volta?, retrata a disparidade entre classes sociais e como a exclusão econômica limita o acesso a oportunidades básicas, evidenciando as barreiras enfrentadas por famílias em situação de vulnerabilidade. Esse enredo ilustra de maneira ficcional a realidade de milhões de brasileiros, nos quais barreiras sociais e econômicas dificultam o acesso à educação, ao emprego e à cidadania plena.

Apesar da existência de políticas públicas de combate à pobreza, muitas delas apresentam ineficiência na execução e cobertura limitada, deixando de alcançar justamente as populações mais vulneráveis. Ademais, programas como o bolsa família, embora contribuam para a redução da desigualdade, ainda não chegam a todas as famílias que necessitam e não solucionam problemas estruturais, como falta de acesso à educação de qualidade ou infraestrutura adequada. Dados do IBGE apontam que milhões de brasileiros ainda vivem em situação de pobreza extrema, evidenciando que as medidas existentes não são suficientes.

Portanto, é essencial que o Estado brasileiro amplie e fortaleça medidas de inclusão social, como programas de transferência de renda e iniciativas de acesso à educação, garantindo que cheguem a todas as famílias necessitadas. Além disso, é necessária a implementação de ações complementares, como capacitação profissional, apoio a pequenos produtores e campanhas de conscientização, a fim de promover autonomia e reduzir a desigualdade estrutural. Dessa forma, será possível enfrentar a pobreza e a miséria de maneira efetiva, garantindo direitos básicos e promovendo uma sociedade mais justa e igualitária.