Principais desafios e estratégias para erradicar a pobreza e a miséria no século XXI
Enviada em 21/10/2025
A ONU propõe, no ODS 1, a erradicação da pobreza até 2030, meta que ainda parece distante no contexto do século XXI, visto que países como o Brasil luta contra a fome e a miséria mesmo sendo um forte produtor de alimentos para mundo. Desse modo, é necessário focar nas principais estratégias para erradicar tal situação, eliminando os desafios como as guerras no oriente médio e lutando contra ditaturas que tira do alimento da população força para se manter no poder.
Diante desse cenário, a crise humanitária criada pelas guerras no oriente médio é um grande desafio na busca de um mundo mais igualitário. Nesse raciocínio, faz-se necessário entender como que os conflitos na faixa de gaza entre os grupos terroristas Hamas e o estado de Israel são fortes catalizadores da fome e miséria em grande recorte territorial. Torna-se claro, a necessidade de depositar esforços em tal realidade para buscar uma melhoria em caráter global.
Ademais, é preciso compreender os desafios crescentes para a população atual que vivi em ditaduras. Isso porque tal regime limita o poder de quem está sob ele, em contextos como na Venezuela, governado por Maduro, sofre uma grave crise econômica e social, com seus cidadãos em insegurança alimentar e sem condições de adquirir itens básico, no país rico em petróleo e produtor alimentar o regime ditatorial desvia sem nenhuma consequência todo lucro para benefício próprio. Dessa maneira, os holofotes mundiais devem se acender para tal desafio caso queira viver o século XXI um mundo sem pobreza.
Evidencia-se, portanto, a importância de focar nos desafios citados a cima. Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas (ONU), em cooperação com os governos nacionais e instituições de ensino, deve criar e fortalecer programas internacionais de intervenção e luta contra as guerras no oriente médio, por meio das campanhas midiáticas, investimentos em planos estratégicos de paz de alcance global. Essa medida deve incluir ações coordenadas entre países em desenvolvimento e desenvolvidos, com o objetivo de reduzir desigualdades estruturais.A fim de garantir que as transformações propostas não fiquem restritas ao papel, e que o mundo desfrute de um século de paz seguido de outros ainda melhores.