Principais desafios e estratégias para erradicar a pobreza e a miséria no século XXI

Enviada em 24/10/2025

Com a chegada dos portugueses ao Brasil deu-se início ao processo de colonização do país, impulsionado pelas capitanias hereditárias, (grandes faixas de terras divididas entre poucas pessoas) percursoras da pobreza e de grandes desigualdades. 500 anos após esse processo, as marcas desse período ainda não cicatrizaram na sociedade brasileira, visto que, ainda somos vítimas de suas consequências (concentração de terras e riquezas). Nesse contexto, faz-se necessário combate à concentração fundiária e democratizar o acesso a educação no combate a pobreza.

Nesse sentido, observa-se que os latifundios são propagadores de grandes desigualdades, visto que, concentram terras, o que promove à especulação imobiliária dificultando o acesso a terra e a moradia. Desse modo, foi no início da década de 50, durante a intensificação do processo de urbanização, que evidencio-se o êxodo rual, promovido pela mecanização do campo, gerando desemprego e perda de renda. Nesse contexto, o campo se destaca como agente ativo na manutenção das desigualdades.

Ademais, a baixa escolaridade se torna um dos principais fatores para a perpetração da pobreza estrutural do país. Nesse sentido, com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, torna-se impressindível a obtenção de mão de obra qualificada, e com pouco ou nenhum acesso a educação, muitos jovens são direcionados a subempregos, o que por muitas vezes inviabiliza a sua assenção social. Dessa forma se faz necessária a ação do Estado, visto que, a pobreza de mostra de forma estrutural na sociedade brasileira.

Portanto, é evidente a necessidade da ação do Estado nessa problemática. Desse modo, o Estado por meio de força de lei, deve promover reformas agrárias a fim de reduzir as desigualdades promover o acesso a moradia, bem como criar programas de incentivo a educação, com o objetivo de promover a equidade entre todos os cidadãos.