Principais desafios e estratégias para erradicar a pobreza e a miséria no século XXI
Enviada em 02/11/2025
Segundo a Constituição Federal de 1998, em seu artigo 6°, é dever do Estado dar assistência aos desamparados. Todavia, o próprio poder estatal fere a legislação, visto que há desafios para erradicar a pobreza e a miséria no século XXI, afetando a saúde e aumentando a violência no mundo, sendo nescessário adotar estratégias para extinguir esse impasse. Nesse contexto, percebe-se a desigualdade social e a negligência governamental como causas desses problemas.
Diante desse cenário, é válido destacar que a disparidade social intensifica a problemática. No filme “Parasita” é retratado o abismo entre classes altas e baixas e a dificuldade das pessoas de baixa renda em romper o ciclo da pobreza em uma sociedade marcada pela falta de oportunidades. Nesse viés, percebe-se que desigualdade social é umas das causas principais para os obstáculos da erradicação da pobreza e a miséria no século XXI, tendo em vista que impede o acesso igualitário a oportunidades, cria barreiras estruturais e aumenta a vulnerabilidade das populações mais pobres, afetando principalmente a saúde desses indivíduos ao não terem acesso a hospitais e medicações de qualidade. Dessa forma, nota-se que o desequilíbrio social potencializa os efeitos na saúde de indivíduos em situação de vulnerabilidade social.
Outrossim, a carência de recursos públicos eficazes pode contrubuir para a violência. Na obra literária “Cidadão de papel” de Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constitucionais são restritas apenas no papel, sem serem colocadas em prática. Diante do exposto, pode-se afirmar que as normas que garantem o combate da pobreza e miséria são consideras ineficazes na prática, tendo em vista a pesistência da desigualdade social, acarretando o aumento da violência na sociedade atual, devido à falta de acesso a condições dignas, levando muitos indivíduos a recorrerem a atividades ilegais para suprir necessidades. Desse modo, ao negligenciar recursos governamentais eficazes, o poder Executivo deixa de adotar medidas para erradicar a pobreza e a miséria, potencializando a violência.
Cabe ao Estado implementar programas de transferência de renda eficientes e garantir educação de qualidade, por meio de políticas públicas eficazes e